quarta-feira, 16 de março de 2011

Primeiro-Ministro e governo com Insensibildade Social

COMUNICADO

PORTUGAL TEM UM PRIMEIRO-MINISTRO E UM GOVERNO
COM TÃO ELEVADA INSENSIBILIDADE SOCIAL
Portugal foi confrontado, na passada sexta-feira, com o anúncio de um novo pacote de  medidas de austeridade quando nada o faria esperar já que, a acreditar nas palavras do Governo proferidas nas vésperas do anúncio, “a despesa do Estado teve a primeira redução efectiva nos últimos 15 anos”.Esta profunda contradição entre aquilo que é dito, num dia, e anunciado, no seguinte, demonstra que estamos, por um lado, perante um Governo bipolar no pensar e no agir e, por outro, que mais uma vez a verdade sobre o estado real das contas públicas e da economia continua a ser escondida aos portugueses que dela apenas vão tomando conhecimento quando são chamados a sacrifícios sucessivos.
O anúncio, na passada sexta-feira, do chamado “PEC IV”, tem dois aspectos profundamente graves e que nos levam a rejeitá-lo liminarmente:

• em primeiro lugar na forma, já que ele foi efectuado como se de uma manobra militar se tratasse, isto é - de surpresa e sem qualquer aviso prévio - não só relativamente aos portugueses em geral mas também ao Chefe de Estado, ao Parlamento e aos Parceiros Sociais em particular, tendo o Governo preferido apresentá-lo previamente aos parceiros europeus em detrimento das instituições nacionais perante as quais responde e tem o dever de informação.
em segundo lugar no conteúdo, já que aquilo que é proposto, do ponto de vista social, é da maior gravidade uma vez que, entre outras medidas, penaliza fortemente as pensões mais baixas ao impedir a actualização do Indexante de Apoios Sociais (IAS) que COMUNICADO 
está na base da fórmula de cálculo que implica o seu congelamento.
De resto, o novo pacote de austeridade proposto para 2011/13 é um catálogo de horrores sociais que irá agravar ainda mais, caso seja implementado, as já difíceis condições de vida de todos os portugueses, com especial destaque para os mais pobres.
Ele representa, no fundo, a confissão última da incapacidade de um Governo esgotado e sem soluções para arrancar Portugal do buraco a que foi conduzido por políticas despesistas, sem critério e pela ausência de reformas estruturais.
Igualmente grave é a vitimização em torno do novo pacote de austeridade por um jovial primeiro-ministro que viaja em viatura eléctrica, mas que está já em campanha eleitoral, quer com vista ao Congresso do seu próprio Partido, quer a um cenário de eleições legislativas antecipadas que provavelmente estiveram, de modo maquiavélico, na base da forma de anúncio e no conteúdo do referido pacote.
Os TSD reafirmam que a estabilidade política, de que o Governo gozou ao longo da legislatura, não é um valor em si mesmo sendo apenas instrumental relativamente à resolução da crise. Porém e, até agora, o que vemos como consequência da governação é o avolumar permanente das dificuldades e a ausência de perspectivas de evolução favorável.
Portugal é, hoje, um país triste, empobrecido e sem esperança.
Nesse sentido e, embora não desejando uma crise política, os TSD entendem que se ultrapassaram todos os limites do razoável e que aquela será da inteira responsabilidade do Governo já que, não só desprezou as instituições políticas e sociais perante as quis deve
responder, como perante o falhanço nos objectivos de concretização orçamental, avança com um novo pacote draconiano de medidas socialmente injustas, mantendo o despesismo em grandes obras públicas cujo retorno é nulo.
Assim, a menos que haja uma réstia de humildade democrática neste Governo e procure emendar a mão ou a palavra deverá ser devolvida aos portugueses para que escolham um Governo capaz e à altura das responsabilidades históricas que Portugal tem pela frente.

Lisboa, 16 de Março de 2011
Pelo Secretariado Executivo,
Pedro Roque
Secretário-Geral

terça-feira, 15 de março de 2011

Sócrates ameaça sair se o PEC for chumbado

«...Eu não farei nada para que haja uma crise política. Tudo farei para a evitar, é a minha responsabilidade...»

MAS SE FOI ELE QUEM A PROVOCOU!...

Leia mais AQUI


«...O primeiro ministro, José Sócrates, disse hoje (4JUN2010) que o último aumento de impostos “é suficiente” para cumprir o objetivo orçamental definido e que medidas adicionais só seriam necessárias se esse objetivo estivesse a falhar...»
«...O nosso PEC é um programa com medidas adicionais que se destinam a satisfazer os novos objetivos orçamentais, para este ano e para o próximo ano, nós não temos a mínima dúvida que essas medidas são suficientes para responder a esses objetivos»...

Leia mais AQUI

«...Em entrevista à RTP (1OUT2010), e questionado sobre se pondera aplicar mais medidas com vista a consolidar as contas públicas, José Sócrates foi peremptório: «Com certeza que não. Estou absolutamente convencido de que estas medidas são suficientes para restaurar a credibilidade de Portugal junto dos mercados...»

Leia mais AQUI

Há um ditado muito antigo do Povo que diz::

"A CASA DO MENTIROSO ESTÁ A ARDER, MAS JÁ NINGUÉM ACREDITA!..."

23 mil, dos trabalhadores inscritos nos C. de E., emigraram em 2010

«...O número peca por defeito face aos portugueses que emigram, mas ilustra a tendência actual. Em 2008, foram 15 mil, em 2009 mais 20 mil e, em 2010, quase 23 mil...»
«...A conclusão extrai-se dos números divulgados pelo presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) em dois artigos de opinião sobre a anulação de inscrições de desempregados por parte dos centros de emprego. O último foi publicado na edição de ontem do PÚBLICO...»

Leia mais aqui

...MAS QUEM OUVIR O Engº (relativo), NAS TELEVISÕES NACIONAIS, PENSA QUE NÓS VIVEMOS NUM PARAÍSO(???) FISCAL!... O DÉFICE ESTÁ CONTROLADO!... A DESPESA ESTÁ A BAIXAR!... A EXECUÇÃO ORÇAMENTAL ESTÁ SOB CONTROLE, O CHAMADO "PEC IV" NÃO EXISTE, PORQUE FOI UMA INVENÇÃO DO P. PASSOS COELHO, SÓ PARA "CHATEAR O GOVERNO"!... E...(apesar de chefe de um governo minoritário...) ESTÁ CONVENCIDO QUE NÃO TEM PORQUE DAR EXPLICAÇÕES À OPOSIÇÃO, NEM AO P.R., NEM À A.R., NEM MUITO MENOS À CONSERTAÇÃO SOCIAL!... APRENDEU BEM A LIÇÃO, COM O "CAMARADA" HUGO CHAVEZ, AQUANDO DA 1ª VISITA À VENUZUELA! SÓ QUE AÍNDA HÁ (felizmente) UMA ENORMÍSSIMA DIFERENÇA ENTRE ESSE PAÍS SUL-AMERICANO E PORTUGAL!...PORQUE LÁ: SISTEMA DE PARTIDO ÚNICO, AQUI SISTEMA DEMOCRÁTICO!...

RTP confunde automóvel Golf com o desporto golfe


Leia mais AQUI e AQUI

ISTO É INACREDITÁVEL!...
E O POVO CONTINUA A SUBSIDIAR INDIRECTAMENTE (através da factura da EDP e não só...), A EXISTÊNCIA DESTAS EP'S

SOARES critica "erros graves" de Sócrates


«...Primeiro-ministro devia ter informado Cavaco Silva, avisa antigo Presidente da República. Que diz que a insatisfação dos portugueses tem de ser ouvida...»


«...É o País, no seu conjunto, que está à rasca!...»



Leia mais AQUI

SEM COMENTÁRIOS!...

domingo, 13 de março de 2011

MARCELO: Sócrates abriu uma crise política...

«...considerou “inaceitável” que o congelamento das pensões por mais dois anos não tivesse sido acompanhado por nenhuma redução da despesa, como “inaceitável” achou que estas medidas não tivessem sido explicadas aos portugueses, ao Presidente da República e ao Parlamento...»

«...A gravidade das medidas obrigava a um esclarecimento. É um dever democrático explicar. Este comportamento não é democrático”, afirmou o social-democrata. “[José Sócrates] não passa cartão a ninguém. (…) Pensava que o PSD amochava, que o Presidente amochava, que o parlamento amochava. (…) Sócrates está convencido que defende o interesse nacional. Mas há outras opiniões, e a dele pode não ser a mais certa...»

Leia mais aqui

SERÍA DE ESPERAR ALGO MAIS , DE UM Engº (relativo) RASCA QUE ESTÁ A PÔR: O PAÍS À RASCA; TRABALHADORES À RASCA, CADA VEZ COM MAIS DESEMPREGO À VISTA; UMA GERAÇÃO À RASCA SEM FUTURO À VISTA; OS PROFESSORES À RASCA; REFORMADOS À RASCA, COM PENSÕES MISERÁVEIS CONGELADAS POR MAIS 2 ANOS; ETC, ETC...,?!...

sábado, 12 de março de 2011

TSD tomam posição sobre a situação económico-social

COMUNICADO

Os TSD reuniram hoje em Lisboa, pela primeira vez neste mandato, o seu Secretariado Nacional.
No ponto da análise da situação económico-social foram debatidos os seguintes assuntos e tomadas as seguintes posições:

I-DISCURSO DE POSSE DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Os TSD saúdam a posse do Senhor Presidente da República e revêm-se no discurso que proferiu na cerimónia parlamentar.
Foi, não só, um momento politicamente marcante como, acima de tudo, um retrato fiel da situação do país. Ao contrário do que foi dito por muitos responsáveis do Partido Socialista, não se tratou de um ataque ao Governo mas antes de um diagnóstico sério e muito objectivo da difícil situação financeira e das consequências económico-sociais que lhe estão associadas.
Os TSD entendem, igualmente, que o Presidente da República fez muito bem em assumir um estilo assertivo. O Chefe de Estado não está nem pode estar, de modo algum, diminuído na sua capacidade de apresentar a sua visão da conjuntura e das soluções para Portugal.

II-CONCERTAÇÃO SOCIAL – INICIATIVA COMPETITIVIDADE E EMPREGO
Nas vésperas da reunião de líderes da zona euro, que teve ontem lugar em Bruxelas, o Governo e alguns parceiros sociais assinaram uma declaração conjunta na qual reafirmam o empenho em prosseguir as negociações sobre as 50 medidas da chamada “Iniciativa para a Competitividade e Emprego”.
Tal facto, não representa mais do que uma mera declaração de intenções acerca do propósito e da boa-fé com que, os referidos parceiros sociais, estão na referida negociação e que, a assinatura desta “Declaração Conjunta” e não compromete nenhum deles relativamente a um eventual acordo sobre essa matéria.
Curiosamente, à mesma hora em que, ontem, membros do Governo negociavam com os parceiros na Concertação Social, o Ministro das Finanças admitia a possibilidade da redução de 30 para 10 dias por cada ano das indemnizações por cessação do contrato de trabalho e ainda a possibilidade de a medida abranger todos os contratos independentemente de já estarem estabelecidos à data da eventual alteração legislativa. Tal situação atesta bem acerca da credibilidade do executivo, por um lado, e do tipo de empenho e de respeito que tem pela concertação social, por outro.
A medida anunciada constitui uma violação grosseira da boa-fé negocial dos parceiros em sede de concertação social, deve merecer uma reprovação unânime e, a confirmar-se, leva a que os TSD apelem à UGT que possa ponderar a sua saída deste debate em sede de Concertação Social.

III-MANIFESTAÇÃO DA CHAMADA “GERAÇÃO À RASCA”
Os jovens deste país são das principais vítimas das políticas económicas profundamente erradas que têm vindo a ser seguidas em Portugal pelos sucessivos Governos do Partido Socialista que têm estado no poder há, pelo menos, 15 anos e que resultam na presente situação social que o país atravessa.
Os TSD, não participando formalmente na manifestação convocada para hoje à tarde, não podem deixar de afirmar que compreendem as razões que lhe estão associadas designadamente o facto de cerca de 300.000 desempregados entre os 15 e os 34 anos (46% dos 619 mil desempregados) não terem uma oportunidade de trabalho e muitos outros enfrentarem uma situação de precariedade laboral que não configura, em
muitos casos, um trabalho digno e o clima de insatisfação que daí, inevitavelmente, resulta.

IV-MEDIDAS ADICIONAIS DO PEC
Dois dias após o Presidente da República ter afirmado que existem limites aos sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos, o Ministro das Finanças, em nome do Governo, anunciou ontem novas medidas de austeridade no âmbito do Programa de Estabilidade Crescimento (PEC) em vigor.
Prevêem-se, do lado da despesa, entre outras medidas, novos cortes ao nível das pensões e das despesas sociais (educação e saúde) já para 2011 mas também para 2012 e 2013. Manifestamos o nosso repúdio relativamente às medidas anunciadas designadamente os cortes no valor das pensões de aposentação à semelhança daquilo que aconteceu já aos salários dos trabalhadores da Administração Pública e ainda o
congelamento, até 2013, do IAS e a consequente impossibilidade de as pensões sofrerem actualizações.
Em termos sociais é uma medida inqualificável já que as pensões mais baixas, já de si insuficientes, verão degradar o seu poder de compra. De igual modo, do lado da receita, quer a subida de taxação de alguns produtos alimentares, em sede de IVA, quer a alteração das deduções fiscais de despesas sociais, em sede de IRS, constituem quebras do acordo celebrado de boa-fé com o PSD e que esteve na origem da viabilização do OE 2011. São, de igual modo, inaceitáveis por penalizarem fortemente a classe média.
Os TSD repudiam este novo pacote de austeridade e entendem que o Governo é incapaz de resolver o problema financeiro em que o país está mergulhado e que resulta das políticas que foram seguidas ao longo de diversos anos de governação socialista. A única fórmula que parece encontrar para tentar sair do buraco financeiro onde colocou Portugal é a dos cortes cegos nos salários, pensões e rubricas sociais e a consequente generalização de um clima depressivo que resultará na recessão da
Economia e o consequente aumento do desemprego e da contestação social.
Sobre as indispensáveis reformas estruturais apenas se apresenta um conjunto de boas intenções mas, em concreto, a incidência faz-se apenas no mercado de trabalho procurando fragilizar as relações laborais. De igual modo o Governo não disse uma palavra sobre o adiamento do comboio de alta velocidade e outros grandes projectos de obras públicas. Assim se demonstra a incapacidade real de governar com sentido de
estado e de dirigir o país no sentido de lutar contra as adversidades.
Os TSD saúdam também a posição do PSD de se demarcar das medidas anunciadas pelo Governo e de anunciar que votará contra as mesmas no Parlamento.
De facto, começam a ser socialmente insuportáveis as consequências da governação socialista.
Os TSD entendem que estabilidade política, de que o Governo ainda goza, não é um valor em si mesmo sendo apenas instrumental relativamente à resolução da crise. Porém e, até agora, o que vemos como consequência da governação é o avolumar permanente das dificuldades e a ausência de perspectivas de evolução favorável. Será conveniente, portanto, que os portugueses comecem a meditar seriamente sobre este assunto.

V-SOLIDARIEDADE COM O JAPÃO
O Japão foi ontem sacudido pelo quinto mais forte terramoto de sempre desde que há registos seguido de um tsunami de proporções gigantescas para além de diversas réplicas.
Apesar do Japão ser uma nação muito desenvolvida e de, provavelmente, ser o país mais bem preparado, em todo o mundo, para lidar com fenómenos naturais deste tipo o número de vítimas, a cada hora que passa, não para de aumentar. De igual modo, o grau de destruição das infra-estruturas é elevado e bem visível e a economia japonesa poderá ser fortemente afectada por este desastre natural.
Expressamos a nossa solidariedade com as vítimas e respectivas famílias e desejamos que a nação amiga do Japão e, sobretudo, os seus trabalhadores possam, tão cedo quanto possível, reerguer-se das consequências funestas desta catástrofe natural tal como aconteceu no seu passado recente na sequência do conflito do Pacífico no século passado.

Lisboa, 12 de Março de 2010
Pelo Secretariado Nacional,

Pedro Roque
Secretário-Geral

(OS TSD/GUARDA ESTIVERAM TAMBÉM PRESENTES ATRAVÉS DO PRESIDENTE)

sexta-feira, 11 de março de 2011

ARMÉNIO SANTOS (Ex Secret. Geral)

Prezado Amigo António Rodrigues Antunes

Na minha última intervenção no XII Congresso Nacional dos TSD, tive ocasião de expressar o meu público reconhecimento e louvor áqueles que nos órgãos nacionais, regionais e distritais comigo colaboraram com espírito crítico e de forma empenhada e leal.

Porém, não quero deixar de o fazer também desta forma pessoal e transmitir ao meu Distinto Amigo que foi para mim um grande prazer e um privilégio ter podido contar com as tuas qualidades pessoais, políticas e sindicais no trabalho que em conjunto realizamos à frente dos TSD, ao serviço dos  trabalhadores portugueses e do País.

Foram vários anos de trabalho  em equipa, pelas mesmas causas e valores, que criaram raízes, solidariedades e afectos que eu não esquecerei.

Um grande abraço do sempre amigo e ao dispôr

Arménio Santos

E-MAIL RECEBIDO HOJE (00H15M).
EM NOME DE TODA A EQUIPA DOS TSD/GUARDA, RETRIBUO TAMBÉM COM UM GRANDE ABRAÇO AO NOSSO COMPANHEIRO E AMIGO ARMÉNIO SANTOS.

quarta-feira, 9 de março de 2011

CAVACO SILVA, arrasador para Governo e para Sócrates...

«...“Portugal vive uma situação de emergência económica e financeira que é já, também, uma situação de emergência social”. Portugal vive hoje numa “tenaz orçamental e financeira – o orçamento apertando do lado da procura e o crédito apertando do lado da oferta”. Um “défice externo elevado e permanente é, por definição, insustentável”...»

Leia mais aqui

ESTE PARÁGRAFO DEFINE BEM O ESTADO CAÓTICO A QUE CHEGOU ESTE PAÍS, DESDE A (DES)GOVERNAÇÃO SOCIALISTA, INICIADA PELOS FACILITISMOS DO OUTRO Engº (o tal que deixou isto transformado num pantano) E CONTINUADA PELO Engº (relativo)!...

segunda-feira, 7 de março de 2011

"Geração à Rasca"... jovens expulsos por interromper discurso de Sócrates

«...Uma dezena de jovens do movimento "Geração à Rasca" manifestou-se hoje em Viseu, quando o secretário-geral do PS, José Sócrates, discursava sobre a sua moção política ao congresso do partido...»

«...Os jovens foram colocados na rua pela segurança, queixando-se de terem sido agredidos...»

Leia mais aqui..., aqui..., aqui e aqui!...

COITADO DO Engº "RELATIVO"..., TAMBÉM LHE CAI TUDO EM CIMA!.......
VEJAM E OUÇAM BEM A DESFAÇATEZ DESTE Sr. :
«...E SE ME PERMITEM, CAMARADAS..., GOSTARIA DE FAZER UM CONVITE..., PARA  JANTAREM CONOSCO...» (isto enquanto estavam a ser corridos da sala, pelos seguranças)