
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
DEMAGOGIA do 1º MINISTRO

1. Salário Mínimo Nacional
Numa operação de propaganda brilhantemente organizada pelos serviços do Primeiro Ministro, que envolveu quase todos os órgãos de comunicação social durante todo o fim de semana, onde não faltaram os comentadores habituais a tecer os maiores elogios ao Primeiro Ministro, José Sócrates anunciou que o Salário Mínimo Nacional (SMN) para o próximo ano irá ser de 450 Euros.
Esta afirmação não tem nada de novidade, já que em 2006 ficou acordado na Concertação Social, entre o Governo e os Parceiros Sociais, que até 2011 o SMN atingiria os 500 euros e, no ano passado, ao proceder à actualização do SMN em vigor, o governo prometeu que em 2009 o SMN seria de 450 euros.
Aquilo que o Primeiro Ministro agora anunciou como um grande trunfo político e uma grande “conquista” para os trabalhadores, já o tinha anunciado há quase um ano.
Os TSD não percebem como pode o Primeiro Ministro anunciar as mesmas coisas várias vezes, como sendo novidade, pelo que uma de duas: - as suas capacidades governativas estão esgotadas e, à falta de melhor, promete hoje o que antes já havia prometido; ou, tendo em conta as dificuldades presentes, o Primeiro Ministro aproveita-as e tenta fazer passar a ideia de que não obstante isso, ele tem “bom coração” e honra o compromisso celebrado na concertação social, como se estivesse a fazer um especial favor em respeitar aquilo que ele próprio assinou.
2. Ministro do Trabalho desmente 1º Ministro s/ Emprego
Também na rentrée política, José Sócrates veio anunciar que a meta da criação dos 150 mil postos de trabalho prometidos na sua campanha eleitoral estava praticamente atingida, pois já tinham sido criados 133.700 no decurso da actual legislatura. Tal não correspondia nem corresponde minimamente à verdade. Dias depois, contradizendo o Primeiro Ministro, o Ministro do Trabalho veio afirmar que o governo não estava obcecado em cumprir esse compromisso eleitoral e agora, aproveitando o pretexto da crise internacional, o mesmo governante vem reforçar aquilo que todos já sabíamos, com ou sem crise, o governo não vai cumprir esse compromisso.
3. Ministro do Trabalho desmente 1º Ministro s/ Pensões
Ainda há pouco mais de um mês, em Guimarães, o Secretário Geral do PS proclamou, com a arrogância que habitualmente contagia os socialistas no poder, que nunca iria “permitir que o valor das pensões dos portugueses seja jogado na Bolsa e entregue aos caprichos dos mercados financeiros, como defende o PSD”.
Ora, todos sabemos que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) tem por objectivo rentabilizar adequadamente os seus recursos, havendo enquadramento legal para aplicar uma parte desses meios em regime de capitalização. Ou seja, para aplicar esses fundos no mercado bolsista se os responsáveis do FEFSS o considerarem ajustado aos seus objectivos. Esta realidade é do conhecimento de todos e em especial sê-lo-á do Primeiro Ministro.
Na semana passada o Ministro do Trabalho veio desmentir aquelas declarações do Primeiro Ministro ao afirmar que a carteira de investimentos da Segurança Social perdeu nos primeiros nove meses deste ano 3,14% do seu valor, o que rondará os 300 milhões de euros. Disse o ministro que essa desvalorização nas acções do FEFSS foi causada pela actual crise financeira internacional e pelo comportamento do mercado bolsista. O ministro não esclareceu, mas sabe-se que o montante investido em títulos rondará os 1900 milhões de euros e que algumas das aplicações do FEFSS foram feitas nos Estados Unidos.
Ou seja, José Sócrates, embora sabendo destes factos – porque não é aceitável que o Primeiro Ministro ignore esta situação no FEFSS – mentiu aos portugueses e procurou de forma oportunista tirar benefício dos efeitos da crise financeira internacional, ao mesmo tempo que lançou sobre o PSD infundadas e demagógicas acusações. José Sócrates faltou deliberadamente à verdade aos portugueses e tentou passar para a opinião pública uma situação que sabe ser falsa.
Ou seja, José Sócrates, embora sabendo destes factos – porque não é aceitável que o Primeiro Ministro ignore esta situação no FEFSS – mentiu aos portugueses e procurou de forma oportunista tirar benefício dos efeitos da crise financeira internacional, ao mesmo tempo que lançou sobre o PSD infundadas e demagógicas acusações. José Sócrates faltou deliberadamente à verdade aos portugueses e tentou passar para a opinião pública uma situação que sabe ser falsa.
Lisboa, 27 de Outubro de 2008.
O Secretariado Nacional Executivo dos TSD
quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Aínda se questionou que a Fábrica pudesse vir a ser viabilizada, mas as encomendas não justificavam a laboração normal. Nesta bem conhecida empresa de Seia, ficaram cerca de 40 trabalhadores até ao fim do ano.
Há pessoas que temem pelo fim da BEIRALÃ, outras aínda alimentam a hipótese de melhores dias. É mais uma situação complicada no distrito da Guarda, que os TSD/Guarda vêm denunciar. Os TSD/Guarda expressam a sua solidariedade para com estes trabalhadores, pois muitos deles ficaram privados do seu sustento e das famílias! É mais um triste exemplo das políticas erradas deste governo, em relação à industria textil! Estas pequenas e médias empresas (PME'S) desta zona do interior, foram abandonadas à sua sorte, quando deveríam ser mais apoiadas, para se manterem em laboração, com produtos mais competitivos. Para isso, deveriam ser ajudadas para se modernizarem e incentivarem os seus trabalhadores a valorizarem-se profissionalmente, frequentando cursos de formação profissional!
(ver também este link)
A. R. Antunes
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
PIDDAC 2009

Será que, com um PIDDAC como este, o Concelho da Guarda sairá do abandono a que tem sido votado nestes últimos anos? Será com estes números, que se podem criar mais empregos (...para já não falar da manutenção dos existentes...), gerar mais riqueza e incentivar as PME's a reinvestir nesta zona do Interior?
A. R. Antunes
domingo, 19 de outubro de 2008
Aínda os 150.000(???) empregos...

Público (19.10.2008)
Ora aqui está!!... Era isto que os TSD/Guarda já previam, quando colocámos a hipótese de este governo vir a utilizar a Crise Financeira Internacional como "guarda-chuva" para todos os males que vão começar a aparecer. Esta frase de Fernando Madrinha (Expresso-18-10-08) está mais do que actual:
"A CRISE PODE VIR A SER DRAMÁTICA PARA O PAÍS, MAS É UM MANÁ DE OPURTUNIDADES PARA O GOVERNO E O PS"
A. R. Antunes
sábado, 18 de outubro de 2008
Desemprego

A. R. Antunes
In EXPRESSO (18-10-08)
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Hotel TURISMO-Guarda, encerra até Dezembro

QUE MAIS NOS IRÁ ACONTECER????!!!!!!!!!
A. R. Antunes
A. R. Antunes
Fontes: Contacto com 1 tarbalhador e Diário AS BEIRAS (artigo de J. Domingos)
DELPHI III

A. R. Antunes
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Tertúlia/Debate na cidade da GUARDA
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Realizou-se ontem (13-10) uma Tertúlia/Debate sobre o tema Educação. A organização esteve a cargo da CPS do PSD e da JSD da Guarda. Os TSD/Guarda estiveram presentes, na pessoa do Presidente do Secret. Distrital e agradeçem desde já o convite que lhes foi formulado! Foram convidados para moderarem o debate: PEDRO DUARTE, deputado do PSD na AR, membro da Com. Parlamentar da Educação e Ciência e PEDRO ROQUE, nosso companheiro do Secret. Nacional dos TSD e membro do Sindicato dos Professores! Foi realizada uma reunião/visita ao IPG onde fomos recebidos pelo Presidente e Directores das 3 Escolas (Educação, Saúde e Tecnologia). Após esta reunião, onde fomos esclarecidos sobre a situação actual do Politécnico, encontrámo-nos com a Associação de Estudantes que também nos colocou algumas questões bastante actuais sobre a vida estudantil nesse Politécnico. Pelas 21H30M realizou-se uma TERTÚLIA/DEBATE no Café Central desta cidade. Esteve bastante participada por pessoas (militantes TSD; PSD; JSD e não só), a maioría ligada à Educação, que colocaram várias questões (algumas bastante pertinentes) aos moderadores P. DUARTE e P. ROQUE.
A.R.Antunes
A.R.Antunes
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Os 133.700 empregos dos 150.000 anunciados!
De entre as várias promessas eleitorais que o PS fez aos eleitores nas últimas eleições legislativas, destaca-se a da criação de 150.000 (…quem não se lembra de ouvir isto da boca de José Sócrates?).
Agora em plena “rentrée política” esse Sr. veio anunciar que a meta dos 150.000 está quase alcançada, pois (diz ele) que já foram criados 133.700.
Só que isto não corresponde à verdade!
Se não vejamos: dos 133.700 anunciados, há que retirar 36.000 postos de trabalho de pessoas que, embora residindo em Portugal, arranjaram emprego e trabalham fora do País! No 1º trimestre de 2005, cerca de 27.500 residentes em Portugal, trabalhavam no estrangeiro e já no final do 2º trimestre de 2008, eram 63.300 portugueses que se encontravam nesta situação!
Ou seja, 36.000, cerca de 30% desses empregos anunciados pelo 1º Ministro, foram criados no estrangeiro, com particular destaque para, GALIZA; BADAJOZ; AYAMONTE; etc.
Há que acrescentar ainda, que muitos dos empregos criados, por causa da precariedade e características ( call-centers, hotelaria, serviços, etc,), foram ocupados, em mais de 90% dos casos, por cidadãos estrangeiros residentes em Portugal . É que, segundo dados oficiais, a população estrangeira com estatuto de residente, aumentou 126.000 pessoas, de 2005 a 2007 (275.000 para 401.000)!
Outro facto real, é o da qualidade do emprego criado ( a maioria dos empregos criados são sub-empregos. A população empregada aumentou entre os segundos trimestres de 2005 e 2008 em cerca de 96.000 pessoas. Desta, cerca de 28.000 (30% desse valor) correspondem a pessoas que trabalham entre 1 e 10 horas por semana. E cerca de 40.000 (42%) é pessoal com emprego parcial. Na verdade no 2º trimestre de 2005, o emprego parcial atingia 590.000 pessoas e no 2º trimestre de 2008 já eram aproximadamente 630.000!
Eis pois a mistificação dos 133.700 postos de trabalho anunciados pelo 1º Ministro:
-cerca de 36.000 trabalham no estrangeiro;
-cerca de 28.000 têm um emprego com uma duração semanal de trabalho inferior a 11horas;
-cerca de 40.000 estão empregados a tempo parcial;
-cerca de 29.700 são de serviços, essencialmente em áreas comerciais e cal-centers.
Por último, o aumento do desemprego entre os detentores de um grau académico, onde se revelam as declarações irreais do Ministro do Ens. Sup., em Abril, ao referir, “quase não há desempregados entre Licenciados”. É que entre 2005 e 2007 o desemprego de pessoas com grau académico, aumentou de 46.2000 para 59.300 pessoas (+28%), sendo que a taxa de desemprego se situa, no 2º trimestre de 2008, em 5,8%!
Olhando estes dados, estamos perante, aquilo que se poderá chamar, CRÓNICA DE UMA FRAUDE ANUNCIADA.
Não é só a quantidade de empregos que é inferior à anunciada, como também a precariedade dos empregos criados, a baixa qualificação do emprego e o crescente desemprego de habilitações superiores.
Todos estes dados constam dos relatórios do INE.
A. R. Antunes
Agora em plena “rentrée política” esse Sr. veio anunciar que a meta dos 150.000 está quase alcançada, pois (diz ele) que já foram criados 133.700.
Só que isto não corresponde à verdade!
Se não vejamos: dos 133.700 anunciados, há que retirar 36.000 postos de trabalho de pessoas que, embora residindo em Portugal, arranjaram emprego e trabalham fora do País! No 1º trimestre de 2005, cerca de 27.500 residentes em Portugal, trabalhavam no estrangeiro e já no final do 2º trimestre de 2008, eram 63.300 portugueses que se encontravam nesta situação!
Ou seja, 36.000, cerca de 30% desses empregos anunciados pelo 1º Ministro, foram criados no estrangeiro, com particular destaque para, GALIZA; BADAJOZ; AYAMONTE; etc.
Há que acrescentar ainda, que muitos dos empregos criados, por causa da precariedade e características ( call-centers, hotelaria, serviços, etc,), foram ocupados, em mais de 90% dos casos, por cidadãos estrangeiros residentes em Portugal . É que, segundo dados oficiais, a população estrangeira com estatuto de residente, aumentou 126.000 pessoas, de 2005 a 2007 (275.000 para 401.000)!
Outro facto real, é o da qualidade do emprego criado ( a maioria dos empregos criados são sub-empregos. A população empregada aumentou entre os segundos trimestres de 2005 e 2008 em cerca de 96.000 pessoas. Desta, cerca de 28.000 (30% desse valor) correspondem a pessoas que trabalham entre 1 e 10 horas por semana. E cerca de 40.000 (42%) é pessoal com emprego parcial. Na verdade no 2º trimestre de 2005, o emprego parcial atingia 590.000 pessoas e no 2º trimestre de 2008 já eram aproximadamente 630.000!
Eis pois a mistificação dos 133.700 postos de trabalho anunciados pelo 1º Ministro:
-cerca de 36.000 trabalham no estrangeiro;
-cerca de 28.000 têm um emprego com uma duração semanal de trabalho inferior a 11horas;
-cerca de 40.000 estão empregados a tempo parcial;
-cerca de 29.700 são de serviços, essencialmente em áreas comerciais e cal-centers.
Por último, o aumento do desemprego entre os detentores de um grau académico, onde se revelam as declarações irreais do Ministro do Ens. Sup., em Abril, ao referir, “quase não há desempregados entre Licenciados”. É que entre 2005 e 2007 o desemprego de pessoas com grau académico, aumentou de 46.2000 para 59.300 pessoas (+28%), sendo que a taxa de desemprego se situa, no 2º trimestre de 2008, em 5,8%!
Olhando estes dados, estamos perante, aquilo que se poderá chamar, CRÓNICA DE UMA FRAUDE ANUNCIADA.
Não é só a quantidade de empregos que é inferior à anunciada, como também a precariedade dos empregos criados, a baixa qualificação do emprego e o crescente desemprego de habilitações superiores.
Todos estes dados constam dos relatórios do INE.
A. R. Antunes
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