quarta-feira, 28 de novembro de 2018

O PSD é o grande partido dos trabalhadores portugueses



   O PSD é o grande partido dos trabalhadores portugueses



É comum dizer-se que o PSD é o “Partido mais Português de Portugal”. Não poderia estar mais de acordo. É o Partido a quem todos, da esquerda à direita, vaticinavam uma morte precoce, mas que, ao invés e ao longo destes seus 44 anos de existência, continua forte, pujante e que pode ser associado aos momentos de maior desenvolvimento e progresso económico social de Portugal. É um Partido do centro político que defende o Estado de Direito, a Democracia e o Pluralismo, a Justiça Social e a afirmação da Sociedade Civil, declarando-se, desse modo, equidistante relativamente ao coletivismo, que a História derrotou, e ao capitalismo sem regras e insensível às questões sociais. É isso que o torna, efetivamente, social-democrata.

Para o PSD, a economia é instrumental. Ela existe, não enquanto um fim em si mesmo, mas para proporcionar riqueza e desenvolvimento que permitam a sua redistribuição e a geração de bem-estar social. Por isso, o PSD está não só associado à criação do Estado Social, mas também e, sobretudo, à geração das condições económicas para a sua efetiva sustentabilidade.

Mas o PSD é também o “Partido do 25 de Abril”. Nele teve a sua génese, no seu espírito desenvolveu a sua inspiração matricial social-democrata e no respeito pelos seus “Direitos, Liberdades e Garantias” cresceu e tornou-se num grande Partido, provavelmente o mais genuinamente Português. Foi com o 25 de Abril de 1974 e com a reafirmação do seu rumo democrático em 25 de Novembro de 1975 que os Portugueses, em geral, e os trabalhadores, em particular, obtiveram a Liberdade e a Democracia e viram reconhecidos um conjunto de direitos que antes lhes eram negados.

A minha ligação ao PSD vem do tempo da adolescência, no período da Aliança Democrática e no sempre difícil distrito de Setúbal. Recordo as campanhas eleitorais vitoriosas de 1979 (intercalares) e 1980 (legislativas) e ainda a morte de Sá Carneiro um ano após. Depois, a minha passagem pela JSD com responsabilidades concelhias e associativas estudantis e da militância no Partido, efetuada mal entrei na maioridade. Anos volvidos, a minha entrada no mundo do trabalho e no movimento sindical afeto à UGT, levaram-me até à estrutura laboral dos TSD – Trabalhadores Social Democratas sem adivinhar que seria, um dia, seu líder.

Considero, assim, que os TSD representam uma componente incontornável do caráter interclassista do Partido. Embora se tenham constituído formalmente apenas uma década após o PSD, a componente sócio-laboral no seio do nosso Partido surge logo a si associada desde 1974. Ela é o reflexo natural da forte adesão popular que transformaram o PSD no maior Partido Português.

Consequentemente, o PSD é também, e sobretudo, o grande Partido do Trabalho e dos trabalhadores portugueses.

Os TSD são orgulhosamente a estrutura autónoma do PSD para o movimento sindical e o mundo laboral. Hoje, tal como no passado, são representados por um grupo de mulheres e homens para quem, os ideais da social-democracia e do sindicalismo livre e democrático, se constituem na pedra de toque da sua participação cívica e da atuação política dentro e fora do PSD, detendo um papel incontornável no seio do movimento sindical da UGT e independente.

Nesta efeméride que se comemora em 6 de maio por ocasião dos seus 44 anos venho, em nome dos TSD e em meu nome pessoal, saudar todos os fundadores e os militantes que, ao longo do tempo, souberam imprimir este cunho de modernidade e de indispensabilidade do PSD perante a sociedade portuguesa. Hoje, tal como no passado, Portugal encara o PSD como uma força política vital para o seu desenvolvimento.

Em nome do Futuro, em nome de Portugal!

Pedro Roque | Secretário-geral dos TSD

sexta-feira, 9 de março de 2018

Pedro Roque assina memorando...

Pedro Roque assina memorando de entendimento com o Parlamento Árabe
O acordo, assinado na qualidade de Presidente da Assembleia Parlamentar do Mediterrâneo, visa reforçar a colaboração e promover o diálogo árabe-euro-mediterrânico.

A Assembleia Parlamentar do Mediterrâneo (PAM) e o Parlamento Árabe (AP) assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para reforçar a sua colaboração e sublinhar a determinação comum de promover o diálogo árabe-euro-mediterrânico sobre questões de interesse mútuo, refletindo a aspirações dos povos com o objetivo de criar e proteger a paz e a segurança internacionais.
O MoU foi assinado pelo presidente da APM, Dep. Pedro Roque (Portugal) e o Presidente do Parlamento Árabe, Hon. Mishal Bin Fahm Al Sulami (Arábia Saudita) no Cairo, por ocasião da 3ª Conferência dos Presidentes dos parlamentos nacionais membros do Parlamento Árabe.
Nas respetivas intervenções após a assinatura do MoU, ambos os presidentes se referiram à relação estratégica entre as instituições parlamentares e públicas da região árabe e euro-mediterrânea, consubstanciada no papel de Diplomacia parlamentar para promover a cooperação e a promoção da solidariedade e da amizade entre os povos com base em os princípios da igualdade, respeito mútuo e interesse comum.
No MoU, as duas instituições concordam em apoiar o direito de todos os povos do mundo árabe à autodeterminação e a viver em paz de acordo com os Princípios do Direito Internacional e as Resoluções das Nações Unidas. Condenam a interferência estrangeira nos assuntos internos dos Estados árabes; a formação e o apoio das milícias armadas espalhando o caos, afetando a segurança e a estabilidade regionais, minando a autoridade dos Estados e perturbando as sociedades árabes. A APM e o Parlamento Árabe convidam a Comunidade Internacional a apoiar os esforços e iniciativas dos Estados árabes para enfrentar essas milícias, a fim de proteger as Sociedades Árabes e a Paz e a Segurança Internacionais.
Os dois presidentes também concordaram em lançar um diálogo parlamentar árabe-euro-mediterrâneo confiável e tangível para alcançar a paz e a segurança nas regiões árabes e mediterrâneas, o que exige, entre outras coisas, uma solução abrangente do conflito árabe-israelita, quebrando a impasse do Processo de Paz, alcançando um acordo de paz justo e duradouro que garanta a solução de dois Estados, de acordo com as Resoluções das Nações Unidas, com o Estado de Israel e um Estado palestiniano independente vivendo lado a lado em paz e segurança

sábado, 3 de março de 2018

A.R. - Voto de Pesar para Alexandre Monteiro


A Assembleia da República, reunida a 2 de março de 2018 aprovou o voto de pesar n.º 489/XIII pelo falecimento de ALEXANDRE AZEVEDO MONTEIRO, histórico dirigente dos TSD Guarda e antigo deputado. O voto foi redigido e subscrito pelo Secretário Geral dos TSD e subscrito igualmente pelas deputadas dos TSD Mercês Borges e Carla Barros e ainda pelos dois deputados do círculo da Guarda Carlos Peixoto e Ângela Guerra. Tem o seguinte teor:
Faleceu no passado dia 14 de fevereiro, com 76 anos de idade, Alexandre Azevedo Monteiro, histórico dirigente dos TSD - Trabalhadores Social-Democratas, de que detinha o n.º 25 e foi seu presidente distrital na Guarda durante 24 anos. À data da sua morte era ainda membro da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional dos TSD. Estava internado desde meados de janeiro no Hospital Sousa Martins, na cidade mais alta de Portugal e não resistiu à doença.
Alexandre Monteiro tirou o Curso Técnico Industrial na Escola Industrial e Comercial da Guarda e teve o seu primeiro «trabalho a sério» na antiga fábrica das Indústrias Lusitanas Renault, na cidade da Guarda, onde desempenhou funções em vários sectores, desde a produção, controle e qualidade, métodos e tempos até ao serviço central de produção. Sobre a sua passagem por aquela unidade industrial referia-se à mesma como sendo «um orgulho ter servido a fábrica que era a “menina dos nossos olhos”».
Em 1987 foi eleito deputado à Assembleia da República pelo círculo eleitoral da Guarda, nas listas do PSD, onde cumpriu um mandato.
Para além do seu papel incontornável ligado aos TSD - Trabalhadores Social Democratas na Guarda foi ainda, em termos partidários, membro da Comissão Política de Secção da Guarda, da Comissão Permanente Distrital da Guarda e deputado à Assembleia Municipal daquela cidade.
Igualmente no movimento sindical e em associações cívicas foi um exemplo em função da sua coerência, empenho e coragem.
Em 2013, Alexandre Monteiro, que sofria de Parkinson, editou o livro “Memórias de um Deputado da Província na Assembleia da República”, sobre o período em que esteve no Parlamento, a fundação da fábrica da Renault onde trabalhou, os primeiros tempos após o 25 de abril na Guarda e outros aspetos sobre a história e acontecimentos que marcaram aquela cidade nas últimas décadas.
Partiu um homem bom, solidário e amigo. O seu desaparecimento constitui uma grande perda para a social-democracia, o movimento sindical, o Poder Local e para todos os seus inúmeros amigos que com ele trabalharam ou conviveram. Homem simples e humilde, mas de um grande caracter e defensor de valores e princípios, era respeitado por todos quantos com ele privavam.
À família, aos inúmeros amigos e aos companheiros dos TSD e do PSD a Assembleia da República expressa as suas sentidas condolências

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Falecimento de Alexandre Monteiro

Foto de António Antunes.
O nosso companheiro e amigo, Alexandre Monteiro, Presidente da Mesa da Assembleia Distrital dos TSD/Guarda e ex-Deputado na AR, faleceu hoje. Encontra-se na Igreja da Misericórdia. O funeral será amanhã (15-2) pelas 14h30m, saindo da mesma igreja. Para a família, aqui deixamos os nossos sentidos pêsames.