sexta-feira, 4 de março de 2011

"Geração à Rasca", já mobiliza mais de 37 mil...

«...Na página do Facebook da iniciativa, o apelo é lançado aos "desempregados, 'quinhentoseuristas' e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal!"...»

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LEIAM O TÍTULO DO NOSSO BLOG E MEDITEM UM POUCO!...
NÃO FOI COLOCADO LÁ, POR ACASO!........
 
 

quinta-feira, 3 de março de 2011

TSD comovidos com... forte sensibildade de....VALTER LEMOS!...

COMUNICADO
As sucessivas intervenções públicas do Senhor Secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, constituem peças de retórica inenarráveis e seriam apenas risíveis se não fossem proferidas por um membro do Governo e responsável pelo Emprego.
As duas mais recentes dizem respeito, por um lado, ao facto de 12 mil portugueses desempregados terem perdido o direito ao subsídio de desemprego e, por outro, à “estabilização dos números” relativos à taxa de desemprego de acordo com a sua peculiar interpretação das estatísticas do Eurostat.
No primeiro caso, a insensibilidade social gritante do Dr. Valter é algo comovente já que demonstra que, cidadãos deste país, ainda por cima socialmente fragilizados, são tratados como números e menosprezados por alguém, que pelas altas funções que desempenha, deveria ser o primeiro a defende-los. Ficamos esclarecidos que, para tão distinto governante, o facto de 12 mil portugueses perderem o único recurso financeiro que lhe permitia fazer face às dificuldades de não ter emprego nem salário, nas suas próprias palavras, apenas “traduz o bom funcionamento do sistema”.
Recordemos que, o Dr. Valter Lemos, já no governo anterior desempenhava as funções de Secretário de Estado da Educação e, em conjunto com a Dra. Maria de Lurdes Rodrigues, deixou junto dos professores a imagem de alguém que sempre manifestou uma gritante e escandalosa insensibilidade para as questões sócio-laborais e para a própria dignidade profissional da classe docente e que esteve na origem de uma autêntica revolta nas escolas portuguesas.
No segundo caso, as declarações do Sr. Secretário de Estado, perante um número record de desemprego em Portugal – 11,2%, vêm na sequência de um conjunto de muitas outras, proferidas após serem conhecidas estatísticas que, invariavelmente, agravam a taxa de desemprego. Nestas declarações, tal como nas anteriores, procura desvalorizar aquele que é o principal flagelo social que afecta Portugal como resultado da calamitosa situação financeira a que os governos do Partido Socialista nos conduziram.
Perante a crueza dos números, estas declarações, tais como as anteriores, demonstram que, o referido governante, está perfeitamente descolado da realidade e levam-nos, inevitavelmente, a compará-lo ao senhor Mohammed Saeed al-Sahhaf, o ditoso ministro da propaganda de Saddam Hussein em 2003 e os seus inesquecíveis briefings irrealistas perante os jornalistas e que todos recordamos com “imensa saudade”.
A bem da credibilidade da governação seria avisado que a tutela ou o próprio primeiro-ministro lhe recomendasse contenção verbal.

Lisboa, 3 de Março de 2011
Pelo Secretariado Nacional

Pedro Roque
Secretário-Geral

O DESINVESTIMENTO NO INTERIOR

Ao percorrermos o país constatamos uma crescente desertificação do interior, com pessoas a deslocarem-se para os grandes centros habitacionais, que se encontram quase todos junto ao litoral. Principalmente nos últimos cinco anos, temos assistido a uma concertada actuação do poder central, mais parece uma comissão liquidatária do interior do país, quando enceram escolas, centros de saúde, maternidades, tribunais, finanças, correios e outros serviços, obriga as pessoas a mudarem-se para os centros urbanos, ficando as zonas rurais apenas com meia dúzia de idosos que, por força da idade, desaparecerão por completo a médio prazo.
Devemos pugnar por uma política de desenvolvimento sustentado do interior, atraindo empresas e populações,através de incentivos ao empreendedorismo, benefícios fiscais, políticas de educação e de saúde que consigam fixar e atrair as pessoas.
Temos de revitalizar a agricultura, modernizando-a e tornando-a atractiva, para voltarem a ser cultivadas os solos que entretando foram abandonadas e extrair deles muitos dos produtos que hoje estamos a importar, criando desta forma riqueza e emprego.
O interior tem de ser atractivo, com elevada qualidade de vida, mas tal só se consegue com vontade política do poder central e com o empenhamento dos autarcas e dos empresários em conjunto com as populações.
Há que atrair e fixar sustentabilidade.
Este problema tem de ser encarado de frente e de uma forma global.É uma tarefa que implica rever uma situação com décadas e que atravessa várias gerações. Não se compadece com voluntarismos, por muito bem intencionados que sejam,porque o desenvolvimento do interior tem de ser um desígnio nacional.
É este desafio dos TSD aos poderes políticos.


Guarda, 3 de Março de 2011
Alexandre Monteiro
O Presidente da Mesa da Assembleia Distrital dos TSD/Guarda

quarta-feira, 2 de março de 2011

PEDRO ROQUE, novo Secretário Geral, discurso de tomada de posse.


Mas na plena convicção de que, connosco, Portugal vencerá! Termina agora, após a eleição dos novos órgãos estatutários dos Trabalhadores Social-Democratas, da moção de estratégia e das alterações aos estatutos, este nosso XII Congresso Nacional.
Permitam-me que as minhas primeiras palavras, por uma questão de afectividade vão para a cidade de Peso da Régua e para o Alto Douro que tão bem nos soube receber, de tal modo que nem a meteorologia quis deixar de connosco colaborar.
Falo de afectividade também porque, eu próprio, não sendo oriundo desta região pude, aqui bem perto,na outra margem deste rio que, a um tempo, divide e une, criar parte das minhas raízes. De facto durante alguns dos meses desse ido ano de 1988 quando, em Lamego fiz a minha instrução militar nesse garboso Centro de Instrução de Operações Especiais, como então se designava, aprendi a conhecer e a adorar o Douro e as suas serranias.
A dificuldade dessa instrução só foi, aliás, compatível com a dureza que apresenta o relevo da região.
Porém, 22 anos volvidos, recordo igualmente, com imensa saudade, a pureza e hombridade de todas as pessoas que então contactei e a imensa lição de vida que deles recebi.
No início deste congresso falei-vos de Miguel Torga, o vate do Alto Douro. Agora falo-vos de Fernando Pessoa, recordando a frase lapidar que está inscrita num dos quartéis dos Rangers de Lamego: "Cheio de Deus não temo o que virá. Pois venha o que vier, nunca será maior do que a minha alma".
Muitas vezes, ao longo da minha vida procuro perante as adversidades recordar esta frase.
Nesta ocasião, em que quis o Congresso dos TSD, dar-me a sua confiança para esta tarefa desafiante e de enorme responsabilidade, creiam que esta frase foi precisamente a primeira coisa que veio até ao meu pensamento. Não que esta minha eleição se trate de uma adversidade, muito pelo contrário, mas porque sei que, só com auto-confiança nas minhas capacidades mas, sobretudo na de todos vós sem excepção, será possível levar por diante este desafio de enorme responsabilidade a bem do ideal da social-democracia.
Essa responsabilidade é tanto maior quanto o facto de estarmos perante a circunstância de eu suceder a alguém que deu o seu melhor a esta estrutura que todos amamos. Foi seu fundador, ajudou a ergue-la, moldou-a, tornou-a respeitada dentro e fora do PSD e consolidou a sua implantação indelével no movimento sindical português.
E esta também é uma parte afectiva deste discurso: de facto, agora que o Arménio Santos deixa a liderança da estrutura há, em mim (em todos nós, por certo), uma mistura aparentemente contraditória de orfandade e, em paralelo, de uma confiança inabalável na estrutura que dirigiu ao longo destes anos.
Arménio Santos – esta não é, de modo algum, uma despedida, muito pelo contrário, é apenas um “até já”, até porque sei quão importante é ter-te por perto, com o teu conselho experiente e avisado e também pelo facto indispensável de seres um dos nossos deputados à Assembleia da República.
Os TSD tem para contigo uma dívida de gratidão imensa - pela tua entrega à estrutura, pela tua enorme disponibilidade para a mesma mas, acima de tudo, pelas relações de amizade que procuraste cultivar e pela tua crença inabalável no consenso como a melhor garantia da coesão. E é, precisamente neste aspecto, que os TSD sempre se constituíram como o melhor exemplo para o PSD e para o país.
Arménio! Em meu nome pessoal e em nome desta tua e nossa estrutura: BEM HAJA!
Também uma palavra para os companheiros que protagonizaram  candidaturas alternativas aos diversos órgãos. O estatuto de adversários terminou ontem. Hoje, após a democracia ter ditado as suas leis e de novo, como a mítica Fénix renascida, voltámos a ser as irmãs, os irmãos, as companheiras e os companheiros de sempre, com uma fé inabalável nos TSD, reforçada pelo clima espectacular com que decorreu este nosso XII Congresso.
Este congresso da Régua dos TSD fez-me recordar conclaves, de outros tempos, do Partido Social Democrata – certamente que comigo partilhais desta sensação vibrante que dificilmente se desvanecerá da nossa memória!
Companheiro Alfredo Correia: para ti vai uma palavra de admiração, não só pela amizade que nos une mas, pelo facto, de teres portagonizado uma candidatura que, tal como a minha, se guiava pela convicção de querer o melhor para os TSD. 

Bem haja, amigo!

Mais, julgo que este congresso te deve um aplauso de reconhecimento!
A coesão e a busca dos consensos será, agora que a estrutura me passa o testemunho, o bem mais precioso que procurarei salvaguardar. É importante que, perante as divergências, se estabeleçam as pontes do diálogo e do entendimento até ao limite do possível. Assim se reforçam os laços do companheirismo entre pares - como todos aprendemos bem cedo no movimento sindical: a união faz a força!
É essa a minha primeira e principal premissa neste mandato. Prometo solenemente que ninguém se sentirá excluído, todos seremos poucos para levar por diante os Trabalhadores Social-Democratas!
Não saindo ainda do registo emotivo deixo uma palavra especial a todos os delegados e observadores deste XII Congresso nacional dos TSD. É um momento alto de qualquer organização a realização de um Congresso, eu diria mesmo, a celebração de um Congresso, pois é disso que se trata.
Presto a minha homenagem às mulheres e aos homens de boa-vontade que dos quatro cantos deste nosso Portugal continental aqui vieram reunir-se e retribuir a homenagem ao Peso da Régua e ao Alto Douro.
Mas, perdoem-me todos estes, que eu faça um destaque muito especial aos delegados das regiões autónomas dos Açores e da Madeira pois o seu esforço de deslocação foi, por motivos óbvios, muito superior. São também eles que cumprem Portugal no Atlântico, com as dificuldades inerentes à insularidade, mas que não quiseram deixar de estar presentes aqui na Régua para ajudar a reforçar a nossa estrutura.
Deste nosso congresso saem também linhas de orientação referente à actuação dos TSD para o próximo triénio.
Foram intensamente debatidas durante os nossos trabalhos, a moção do Secretariado Nacional obteve a maioria dos votos mas, tal como tive ocasião de referir ontem, as outras duas moções apresentadas (S.D. Setúbal e SBN) foram contributos muito importantes para o debate e devem também, e em minha opinião, servir de orientação para o próximo mandato naquilo em que não forem contraditórias com a moção vencedora.
Reitero esse meu compromisso. Obrigado aos seus primeiros subscritores e a todos quantos contribuíram para o enriquecimento dos seus textos.
A minha eleição enche-me de orgulho. Procurarei, dando o meu melhor, estar à altura da responsabilidade e da expectativa que, naturalmente, gerei na maioria de vós. O meu trabalho dependerá de mim, do meu empenho e capacidade mas, de igual modo, de todos vós e deste enorme esforço colectivo que tem sido a história dos TSD.
Contem comigo e eu contarei convosco!
Caro companheiro Pedro Passos Coelho,
Os TSD são uma estrutura autónoma do PSD para o mundo laboral.
Como vê nesta sala, o Partido tem todas as razões do mundo para se orgulhar deste conjunto de militantes que são também, maioritariamente, militantes do PSD.
A nossa implantação no movimento sindical é tradicionalmente muito forte o que, aliado à característica interclassista do PSD, faz com que, o nosso Partido, se possa orgulhar de ser também, sobretudo e genuinamente um partido de trabalhadores.
A nossa implantação no mundo sindical assenta em dois pilares essenciais.
Por um lado a nossa participação na UGT – União Geral de Trabalhadores. Somos, inequivocamente, pela manutenção e reforço do projecto UGT. Importará, todavia, reforçar a autonomia da Tendência Social-Democrata, articulando posições entre todos os seus membros e fazendo-nos respeitar. Só assim ajudaremos a credibilizar ainda mais a UGT aos olhos dos portugueses.
Por outro lado, os TSD têm, tradicionalmente uma forte implantação no seio do movimento sindical independente. Importará, assim, aumentar o apoio e aos nossos companheiros que estão envolvidos nos sindicatos independentes procurando reforçar e consolidar os TSD neste movimento sindical.
Também nas Comissões de Trabalhadores importa dinamizar, ainda mais, a nossa participação procurando, na medida do possível concorrer ao maior número possível de actos eleitorais e aumentar o número de eleitos dos TSD.
Não obstante, os TSD não devem esgotar a sua intervenção no movimento sindical.
Importa privilegiar um discurso dirigido directamente à sociedade e aos inúmeros problemas sociais que a afectam num período de crise económica e financeira. Deveremos procurar dirigir a nossa acção política para as necessidades dos socialmente mais desfavorecidos – os que não têm emprego, as comunidades imigrantes, os que são atingidos pela precariedade e por formas contratuais que não configuram um trabalho digno.
Para estas mulheres e homens irá a nossa maior preocupação e a nossa principal acção política em nome de um país socialmente mais justo.
Também no capítulo organizativo os TSD devem promover um esforço efectivo de renovação. Procuraremos atrair os jovens e promover a igualdade de género.
É minha intenção reunir, a breve trecho, com a JSD e planear acções conjuntas já que o desemprego e a precaridade laboral atingem principalmente a juventude. Há que consertar posições e reflectir em conjunto de modo a contribuirmos para as soluções.
O tempo das duas estruturas autónomas de costas voltadas deve terminar, a bem de ambas e a bem do PSD.
Em paralelo, a utilização crescente das novas tecnologias será indispensável para a mensagem passar de modo mais célere, eficaz e económico. Este passo é incontornável para que a estrutura cresça modernize a sua imagem e a sua mensagem. Há que apostar em mais meios tecnológicos que permitam, por exemplo, a desmaterialização de algumas reuniões que, devido às distâncias, muitas vezes não contam com a presença maciça dos seus eleitos.
Trata-se, no fundo de por a tecnologia ao serviço da representatividade e da democracia internas mitigando o problema da interioridade e das distâncias quilométricas que, amiúde, nos tolhem a acção.
Caro Companheiro Pedro Passos Coelho,
Deixo para o fim, propositadamente, a relação dos TSD com o PSD.
Saiba que somos dos tais militantes do PSD que saltamos nas cadeiras quando alguns comentadores encartados do nosso panorama mediático ou até jornalistas, por conveniência ou de modo politicamente consciente, gostam de nos acantonar à direita.
É certo que o PSD não é um partido de esquerda. Mas é igualmente certo que estamos longe, muito longe, de ser um partido de direita!
Que nos perdoem a presunção, mas os TSD orgulham-se de se considerarem como os fiéis depositários do ideário social-democrata do Partido e do espírito fundador de Francisco Sá Carneiro que acredita no primado da pessoa humana e se afasta dos extremos, ou seja, quer dos projectos colectivistas e estatizantes que a História se acabou por derrotar quer, por outro lado, de um capitalismo selvagem, sem regras e sem respeito, nem pelo factor trabalho, nem pelo ser humano.
Procuraremos, na nossa relação com o Partido, reforçar a nossa autonomia para potenciar a força da nossa mensagem social. Queremos reafirmar ao PSD que o mundo laboral e as questões sociais são o nosso campo de actuação política por excelência e que o partido tem toda a vantagem em nos escutar e em ampliar a nossa mensagem nesse campo de actuação tão importante e decisivo.
Não obstante, saberemos ser solidários com o Partido e contribuiremos, com o nosso empenho, para cimentar o seu projecto alternativo para a sociedade portuguesa e a efectiva necessidade de um novo ciclo político em Portugal.
Para isso o PSD deve abrir à sociedade e deve ter um discurso em que a preocupação social seja a pedra de toque, não só no plano retórico como, principalmente, na praxis política e aí, perdoem-nos de novo a imodéstia, mas os TSD são incontornáveis.
Conte connosco companheiro Pedro Passos Coelho, todos nós contamos consigo!
Com os TSD e com o PSD: PORTUGAL PODE VENCER!

terça-feira, 1 de março de 2011

Bispo da Guarda diz que portagens na A23 e A25 são uma "profunda injustiça"

«...O bispo da Guarda considerou hoje que a introdução, em Abril, de portagens nas autoestradas A23 e A25 constitui uma "profunda injustiça", por verificar que outras zonas mais desenvolvidas do país são servidas por itinerários principais sem pagamento de tarifas...»

«...Em Portugal há zonas muito mais privilegiadas do que a nossa e têm IP's (itinerários principais) com quatro pistas, de graça, a servirem zonas com um índice de desenvolvimento muito superior, e nós, vamos ter que as pagar...»

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MAIS UMA IMPORTANTE VOZ QUE (de novo) SE LEVANTA CONTRA A DESCRIMINAÇÃO A QUE AS POPULAÇÕES DO INTERIOR TÊM SIDO VOTADAS.
OS TSD/GUARDA ESTÃO SOLIDÁRIOS COM ESTAS AFIRMAÇÕES DE D. MANUEL FELÍCIO.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

XII Congresso dos TSD


PEDRO ROQUE
(O novo Secretário Geral)
Os Delegados da GUARDA
 



ALEXANDRE MONTEIRO
(1º Secret. da Mesa do Congresso)

ARMÉNIO SANTOS
(na hora da despedida)
 
 
 
 
     


 

PASSOS COELHO
(Encerramento)

ANTÓNIO ANDRADE [SEIA]
(Intervenção)


 
 


 
 
 


PASSOS COELHO
(Vista panorâmica dos Delegados)
ANTÓNIO CAMPOS
(No Conselho Nacional)





 

 



 
REALIZOU-SE NOS DIAS 26 E 27 DE FEVEREIRO DE 2011, EM PESO DA RÉGUA, O NOSSO XII CONGRESSO. OS TSD/GUARDA CONSEGUIRAM ELEGER 6 DOS 8 DELEGADOS PRESENTES.
1 PARA A MESA DO CONGRESSO [ALEXANDRE A. MONTEIRO]
1 PARA O CONSELHO NACIONAL [ANTÓNIO J. CAMPOS GONÇALVES (AGUIAR da BEIRA)] 
1 PARA O SECRETARIADO NACIONAL (supl.) [ANTÓNIO R. ANTUNES (futuro representante do SINERGIA)]
3 PARA O CONSELHO NACIONAL (supl.) [Dr. CARLOS BOA (GUARDA); Dr. ANTÓNIO ANDRADE FERREIRA (SEIA) e LUÍS CHASQUEIRA NABAIS (V. FORMOSO)]
DE SALIENTAR A BOA INTERVENÇÃO FEITA PELO Dr. ANTÓNIO ANDRADE, QUE FOI BASTANTE APLAUDIDA PELOS CONGRESSISTAS.
HOUVE INCLUSIVE UM COMPANHEIRO, QUE DURANTE A SUA INTERVENÇÃO, ELOGIOU ESTE NOSSO DELEGADO!
PEDRO ROQUE, NOVO SECRET. GERAL, CUJA LISTA (apoiada também pelos TSD/Guarda), POR ELE ENCABEÇADA E QUE FOI ELEITA POR UMA LARGA MAIORÍA (299 votos contra 114), FEZ UM DISCURSO BRILHANTE, ELOGIANDO TODO O TRABALHO DESENVOLVIDO POR ARMÉNIO SANTOS AO LONGO DESTES ÚLTIMOS 25 ANOS QUE ESTEVE À FRENTE DESTA ESTRUTURA!
PELA PARTE QUE TOCA AOS TSD/GUARDA, AQUI FICA TAMBÉM UM "ATÉ SEMPRE" A ESTE NOSSO COMPANHEIRO!
FOI CRIADO O (bem merecido) LUGAR DE PRESIDENTE HONORÁRIO PARA O NOSSO Ex. SECRET. GERAL, ARMÉNIO SANTOS, QUE FOI OVACIONADO DE PÉ, AQUANDO DO SEU DISCURSO DE DESPEDIDA.
PASSOS COELHO, NO DISCURSO DE ENCERRAMENTO, FEZ UMA BOA INTERVENÇÃO E FOI VÁRIAS VEZES APLAUDIDO DE PÉ!  TAMBÉM ENALTECEU O TRABALHO DESENVOLVIDO POR ARMÉNIO SANTOS DESDE A CRIAÇÃO DESTA ESTRUTURA AUTÓNOMA DO PSD.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Desemprego na região já ultrapassa os 13 mil!...

Segundo o semanário O INTERIOR, já são quase tantos os desempregados no Distrito da Guarda e na Cova da Beira, como os votos que obteve Manuel Alegre neste Distrito!...

Segundo este semanário, irónicamente, o Centro de Emprego na Guarda já é o maior "empregador" da região!

...sem mais comentários!...


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Governo Sócrates manipula a Justiça...

«...Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público apela à intervenção urgente do Presidente da República...»


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QUANDO UM RESPONSÁVEL SINDICAL FAZ ESTE TIPO DE AFIRMAÇÕES, QUE MAIS PODE O CIDADÃO COMUM,  ESPERAR DA JUSTIÇA?!...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

RTP - Salários milionários, o maior ESCÂNDALO NACIONAL!......

MAS COMO É POSSÍVEL ISTO?!...

UMA EMPRESA PÚBLICA SUPORTADA COM O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES, QUE, DESDE QUE TENHAM UM CONTADOR DE ELECTRICIDADE, LHE "SACAM" NA FACTURA DA ELECTRICIDADE ATRAVÉS DA TAXA DO "AUDIO VISUAL" UMA DETERMINADA QUANTIA (multiplicada por milhões...), EMPRESA ESSA, SUBSIDIADA ANUALMENTE PELO ESTADO (contribuinte), COM MILHÕES DE EUROS, FAZENDO UMA CONCORRÊNCIA DESLEAL AOS PRIVADOS (que nâo são subsidiados...) E DÁ-SE AO LUXO DE PAGAR SALÁRIOS MILIONÁRIOS (fora os subsídios...), SUPERIORES AO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA???!!!..............

Leia mais aqui e... aqui

ISTO É UM ESCÂNDALO!...
ISTO É ESTAR A GOZAR COM OS QUASE 700 MIL DESEMPREGADOS DESTE PAÍS!
QUEM PÕE COBRO A ISTO???!!!...........

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Despesa salarial descontrolada

«...Em Janeiro, apesar dos cortes nos ordenados acima de 1500 euros, três ministérios aumentaram os encargos com vencimentos dos funcionários...»

«...E esta subida é muito superior à taxa de inflação prevista para este ano: o crescimento dos gastos com as 'remunerações certas e permanentes’, atingiu 12,9% na Administração Interna, 5,9% na Defesa e 4,1% na Justiça. Ao todo, nestes três ministérios, os encargos com ordenados cresceram 15,8 milhões de euros...»

MAS ESTES SRS. CONTINUAM A GOZAR COM O POVO?!.................

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